"Tudo o que acontece no mundo, seja no meu pais, na minha cidade ou no meu bairro, acontece comigo. Então eu preciso participar das decisões que interferem na minha vida"
(Herbert Souza, Betinho)
O lugar que vivemos “esconde” vários espaços diferentes que não vemos com facilidade. Alguns desses lugares ficam bem perto de nós, mas continuam “transparentes” porque nunca mereceram nosso tempo e olhar mais atento. O território desconhecido é aquele em que passamos todos os dias e nunca “olhamos duas vezes” e também pode ser aquele em que nunca estivemos, que sempre fizemos planos de visitar e nunca fomos ou, ainda, aquele que só entramos com pressa. Encontrar esses lugares é como fazer uma expedição de reconhecimento pela vizinhança: andar, observar, conversar, registrar o que vimos e imaginar o que construiríamos sobre aquele terreno se fosse nosso é um meio de apropriação do local. É por essa “vizinhança” composta por “territórios” pouco conhecidos ou mesmo, desconhecidos que convidamos cada participante do Programa Saúde na Escola (PSE) a caminhar.
Pretendemos que ao conhecer esses territórios do cotidiano em sua multiplicidade de espaços, usos e ocupações cada um se sinta motivado para repensar seus vínculos com o “seu lugar”. Conhecer, nesse caso é avaliar as conexões que nos mantém em um local e como parte de um grupo. Estabelecer e rever as rotas cotidianas da educação e da saúde dos nossos territórios é o meio que encontramos para que cada um possa se apropriar do que já possui e auxiliar nos desenhos e nas ações do que deseja para o território.
Se pudermos avançar um pouco nessas mesmas trilhas da educação e da saúde de um grupo de pessoas que dividem um mesmo “território” podemos perceber que além dos espaços formais (da escola e das unidades de saúde), temos bons lugares para nos tornarmos mais saudáveis. Por exemplo, os parques e as praças que podem nos oferecer um pouco de ar, sol e uma trilha para caminhar ou simplesmente ser um lugar para respirar fundo, ler um livro, conversar com amigos ou reunir-se em uma festa da comunidade.
O protagonismo local da educação e da saúde prevê a integração da perspectiva dos professores, dos estudantes, dos pais e de representantes da sociedade civil em planejamentos integrados. Nesse tipo de planejamento, mais facilmente, criam-se as referências para o acompanhamento dos resultados em função do interesse coletivo de ver cumpridas as metas pactuadas. A expectativa desse Plano é preparar a comunidade escolar para o desenvolvimento de ações que envolvam educação e saúde. Elaboração de propostas participativas e representativas à melhoria da vida em sociedade.
Nesse sentido, a iniciativa é um aprendizado de cidadania, que pode ter início no âmbito da saúde e da educação, mas que também tem como ideal.
Pretendemos que ao conhecer esses territórios do cotidiano em sua multiplicidade de espaços, usos e ocupações cada um se sinta motivado para repensar seus vínculos com o “seu lugar”. Conhecer, nesse caso é avaliar as conexões que nos mantém em um local e como parte de um grupo. Estabelecer e rever as rotas cotidianas da educação e da saúde dos nossos territórios é o meio que encontramos para que cada um possa se apropriar do que já possui e auxiliar nos desenhos e nas ações do que deseja para o território.
Se pudermos avançar um pouco nessas mesmas trilhas da educação e da saúde de um grupo de pessoas que dividem um mesmo “território” podemos perceber que além dos espaços formais (da escola e das unidades de saúde), temos bons lugares para nos tornarmos mais saudáveis. Por exemplo, os parques e as praças que podem nos oferecer um pouco de ar, sol e uma trilha para caminhar ou simplesmente ser um lugar para respirar fundo, ler um livro, conversar com amigos ou reunir-se em uma festa da comunidade.
O protagonismo local da educação e da saúde prevê a integração da perspectiva dos professores, dos estudantes, dos pais e de representantes da sociedade civil em planejamentos integrados. Nesse tipo de planejamento, mais facilmente, criam-se as referências para o acompanhamento dos resultados em função do interesse coletivo de ver cumpridas as metas pactuadas. A expectativa desse Plano é preparar a comunidade escolar para o desenvolvimento de ações que envolvam educação e saúde. Elaboração de propostas participativas e representativas à melhoria da vida em sociedade.
Nesse sentido, a iniciativa é um aprendizado de cidadania, que pode ter início no âmbito da saúde e da educação, mas que também tem como ideal.
estender-se para outras áreas, tais como a assistência social, cultura, esporte e lazer, consolidando a participação e o protagonismo local. A formação de profissionais e de cidadãos capazes de assumir a gestão cotidiana dos seus destinos é meta ambiciosa e que estimula o aperfeiçoamento das políticas. O desafio de mobilizar coletivos e articular redes sociais com instrumentos como esse, é uma estratégia para garantir a integração da comunidade escolar ao tema. Fazer das escolas pontos de promoção permanente da educação e da saúde. Operações que conciliam razão e sensibilidade garantem conhecimento e reconhecimento, identificação e pertencimento, diagnóstico e formulação de propostas, práticas que consolidam uma sociedade ativa e responsável pelos seus caminhos.
Assim, o objetivo do planejamento das ações do PSE é uma aproximação da educação e da saúde. Escolas e unidades de saúde precisam ser estimuladas a atuarem conjuntamente a partir da necessidade, do desejo e da vontade de gerar uma sociedade mais saudável. Ao final do trabalho, pretende-se que cada escola tenha sido um marco de referência decisivo na elaboração das agendas de Educação e Saúde, estimulando a participação de toda a comunidade no estabelecimento de prioridades de ações a serem realizadas. No âmbito da escola, as atividades de planejamento e gestão do coletivo, além da condução de processos participativos integrados aos estudos e ao Projeto Político Pedagógico, representam uma oportunidade impar para os exercícios de cidadania. Por meio do diálogo entre comunidade escolar e equipe da Estratégia Saúde da Família, prevêem-se interlocuções entre diferentes setores da sociedade e dos programas/políticas em desenvolvimento na escola e com parceiros locais.
Assim, o objetivo do planejamento das ações do PSE é uma aproximação da educação e da saúde. Escolas e unidades de saúde precisam ser estimuladas a atuarem conjuntamente a partir da necessidade, do desejo e da vontade de gerar uma sociedade mais saudável. Ao final do trabalho, pretende-se que cada escola tenha sido um marco de referência decisivo na elaboração das agendas de Educação e Saúde, estimulando a participação de toda a comunidade no estabelecimento de prioridades de ações a serem realizadas. No âmbito da escola, as atividades de planejamento e gestão do coletivo, além da condução de processos participativos integrados aos estudos e ao Projeto Político Pedagógico, representam uma oportunidade impar para os exercícios de cidadania. Por meio do diálogo entre comunidade escolar e equipe da Estratégia Saúde da Família, prevêem-se interlocuções entre diferentes setores da sociedade e dos programas/políticas em desenvolvimento na escola e com parceiros locais.
(Extraído do modelo de plano de ação do PSE/SIMC)
Dentro desse contexto realizou-se no Município de São Miguel dos
Campos-AL, ações referentes a "Semana Saúde na Escola", na qual as
equipes de Saúde da Família; em visitas as escolas pactuadas com esta semana,
realizaram a avaliação antropométricas dos alunos e ações sobre educação
nutricional. As Atividades tiveram seu início na Escola Municipal
Visconde de Sinimbú; gerida pela pedagoga Rita Martins Jatobá.
Fizeram-se presentes para o desenvolvimento das ações o Coordenador Municipal
do PSE na Educação-Nelson Cruz, a Coordenadora Municipal do PSE na Saúde-Lívia
Gonçalves, a Nutricionista Ranata Sá, as ACS Elizete Vitor dos Santos e Maria
Antônia de Araújo e Daniel Militão-Secretaria de Saúde.
As atividades foram desenvolvidas no dia 06 de Março, durante o
turno Matutino, tendo uma metodologia dinâmica, onde realizou-se as ações da
mobilização de forma tranquila e; principalmente sem alterar as atividades
pedagógicas da Escola.
Nelson Cruz
PSE/Educação
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